A origem do nosso código genético atual, a importância e a função do núcleo das células

Ampliação sobre o comentário “Estas raças não podem modificar por completo a função interna do núcleo da célula do genoma humano 3D que constitui um dos genéticos mais importantes na cadeia de reprodução celular em série.”

O atual genoma do humano 3D é produto de um sistema analítico sumamente minucioso, que passou por 12 etapas de reacomodação em tecidos biológicos que serviram em seu momento para a experimentação genética e com base nela, definir um padrão genético que copiasse fragmentos de células biológicas que pudessem ser adaptadas e modificadas nos seus comportamentos e desenvolvimentos em série.

Estas raças alienígenas estudaram o componente original da cadeia do DNA das primeiras raças de humanos originais trazidas especificamente para povoar este Sistema Solar. Cabe ressaltar que originariamente estas raças de humanos originais foram programadas para viver dentro de um estado vibratório neste Cosmos de Luz no qual a energia lumínica proveniente dos mais altos níveis vibratórios se convertia em energia luz-sólida (energia que define a criação através da corporização espontânea).

Este Universo tem matizes muito particulares que o definem como excepcional, porque a energia lumínica se transforma em estado sólido. O que significa isto? Significa que a velocidade da energia lumínica diminui na sua projeção e intensidade ao entrar neste Universo, permitindo-se a si mesma esculpir-se em centenas de formas que projetaram novas paisagens, não percebidas e manifestadas nos restantes universos. Entre elas, sistemas solares, sistemas planetários, corpos celestes, astros entre outros e coordenadas matemáticas que definiram limites dimensionais com características geométricas próprias nas quais podiam levar-se a cabo assentamentos e colonizações.

Estas entidades colonizadoras provenientes dos mais altos níveis vibratórios criaram corpos sutis que a nível genético e vibratório puderam ser adaptados sem problemas dentro deste universo. Criou-se o verdadeiro genoma humano para atuar nestas novas condições e para que a entidade cósmica não sentisse a mudança de intensidade da energia lumínica convertida em estado de energia luz–sólida. Aqueles humanos originais portavam um genoma lumínico ao qual chamo “padrão genético lumínico”.

O padrão original daquelas raças colonizadoras que conformavam um complexíssimo modelo de expansão evolutiva portador de um corpo sutil de luz, está projetado e sustentado por 112 filamentos que deram forma e estrutura molecular ao desenvolvimento de uma célula biogenética altamente complexa em projeto e construção, porque foram incorporados nela dois estados vibratórios: a energia lumínica da entidade primordial e a energia luz-sólida própria deste universo de luz em um único componente chamado núcleo que carregaria os dados de construção e desenvolvimento do “programa genético” que moldaria a manifestação de uma nova criação chamada tecido celular biológico, apto para a reprogramação genética a ser implementada neste universo.

Esta criação permitiu uma expansão ilimitada no desenvolvimento de corpos físicos que tinham uma formação sutilmente sólida e luminosa, se alimentariam e se manteriam apenas da entrada da energia cósmica que seria armazenada pelas células biológicas que constituiriam estes corpos modelo.

O genoma destas células portava as seguintes particularidades:

  1. O componente núcleo era o responsável por regular a entrada da energia do cosmos ingressante, convertida em energia luz-sólida para logo introduzi-la nas células biológicas e levar adiante o mantenimento e renovação das mesmas ante qualquer eventualidade.
  2. O componente núcleo porta a memória genética do arquivo ou padrão modelo que reúne a recopilação de todos os elementos e corpos que formam parte deste universo, e regula a entrada da energia luz–sólida no seu movimento de translação e rotação que permitiria manter os corpos físicos ajustados e alinhados vibratoriamente com este cosmos de luz.
  3. O núcleo foi programado para ser um gerador natural e em sincronia com o movimento do cosmos e transformar a energia do espaço exterior em energia vital para as células biológicas cujas membranas se autoabasteciam tão só com a energia do cosmos. Este sistema permitia que os corpos físicos sutis se conservassem jovens, fortes e eternos para que cada entidade desenvolvesse uma vida plena de experimentações através do seu corpo e percebesse a partir das novas sensações a projeção dos seus movimentos e contatos físicos com os seus pares.
  4. O núcleo foi projetado e criado para ser a porta interdimensional entre dois estados vibratórios distintos, nascidos da mesma energia cósmica de luz. Isso quer dizer que o núcleo é um pequeno buraco negro que se move convencionalmente com o centro deste cosmos de luz. A partir dali seria possível fazer todas as modificações necessárias e pertinentes que favorecessem a continuidade e a conclusão evolutiva feliz de todas estas raças.
  5. O núcleo é a ponte e o nexo energético vibratório e físico entre um ser de luz (Entidade Cósmica) e o seu corpo físico sutil criado para este nível de desenvolvimento evolutivo tão particular.
  6. O núcleo é o componente mais importante dentro desta criação de corpo físico sutil, porque transmite desde o seu interior ondas electromagnéticas que introduzem a energia do cosmos já adaptada e calibrada. O núcleo deu origem à célula biológica do humano original, que recebeu deste o programa comando que indicou como mover-se e decodificar os códigos que vêm impressos no programa que orienta como levar adiante a construção de padrões de micro células (Nano moléculas), as quais projetaram desde a biogenética filamentos de energia que construíram uma massa sólida aquosa e fusiforme chamada de tecidos bioenergéticos. Estes deram formação a um novo corpo que carregaria geneticamente o programa comando (arquivos que levam gravados os códigos da criação) executado desde o núcleo.
  7. O núcleo é o encarregado de manter a conexão interdimensional entre este universo e os demais universos, permitindo a comunicação telepática com as demais civilizações e o mais importante, o ingresso físico direto em outras civilizações e culturas dos demais universos que estendem os seus laços e intercâmbios culturais como estão programados para viver e projetar-se como padrões em processo de evolução.

Estou resumindo as ideias principais.

Este padrão genético luminoso tem sido, é e sempre será o ponto de conflito para estas raças alienígenas.

Faço uma análise que explica a questão:
Quando as raças alienígenas fizeram a sua entrada dentro deste universo, viram-se cativadas por esta espécie vivente a qual nunca antes tinham visto, os corpos físicos que portavam estas raças transmitiam uma luz intensa que lhes resultava sumamente perigosa ao acercarem-se, dada a baixa vibração que estas raças alienígenas portavam, sendo notórios os seus problemas genéticos já que não carregam partículas de luz no seu padrão molecular. Elas são completamente energia matéria.

As raças alienígenas arbitraram todos os meios para capturar estes modelos viventes que se desenvolviam com liberdade, e o que mais os cativou era que não se defendiam, não carregavam armas e viviam sem problemas de sobrevivência. Tomaram sem permissão estas espécies, às quais conhecemos como humanos originais, as levaram às suas naves e começaram com as suas experimentações.

As raças alienígenas descobriram que o padrão genético original destas raças portava 112 filamentos cujas partículas moleculares possuíam brilho pulsante produzido por átomos nunca antes vistos por eles. A nível de energia genética lhes abriu infinitas portas para as suas investigações e para alcançar um tesouro incalculável para solucionar os seus problemas físicos acarretados por suas devastadoras genéticas.

Dedicaram-se a estudar e analisar o padrão genético lumínico, ou seja, o genoma daquelas raças que povoavam este universo e que estavam conformadas pelos humanos originais. Selaram este universo e formarão barreiras de contenção que impossibilitou a entrada de outras civilizações em busca da recuperação dos que haviam ficado presos sob tais efeitos tecnológicos.

Desde então vêm trabalhando especificamente para descobrir como foi criado este padrão lumínico que compõe a nível celular o genoma humano físico-luz.

Trabalharam especificamente em degenerar a constituição molecular que portava o genoma original e em substituí-la pela construção de um novo padrão, um programa celular específico que desabilitaria as condições celulares e diminuiria o nível vibratório para torná-lo manejável.

Anularam por completo a glândula central chamada pineal para desabilitar as suas funções de implantação de transmutação natural, o que permitia a renovação e a manutenção celular permanente.

Arquivaram nos seus laboratórios os códigos originais e os códigos novos com resultados positivos das suas experimentações biogenéticas para construir o seu banco de dados celular e tê-lo como banco de reserva, de forma a poderem atuar diante de qualquer anomalia produzida durante as suas experimentações genéticas que dariam origem às suas novas clonagens. Os seus propósitos eram adquirir geneticamente novos corpos físicos de fácil adaptação às suas fisiologias materiais e colonizar sem problemas este universo, manejando completamente a intensidade vibratória da energia luz-sólida e transformando-a em energia luz-matéria. Devo resumir.

As raças alienígenas depararam-se com uma grande dificuldade que até o dia de hoje se converteu no seu desafio maior e mais desesperador: não conseguiram perfurar o núcleo original das células daqueles humanos originais, as quais conservam zelosamente. Com base nelas realizaram incontáveis experimentos e centenas de clonagens.

Isto marcou neles divisões, traições e guerras que persistem até ao momento, e apenas duas raças alienígenas ficaram com o banco genético do genótipo humano original, que são aquelas que governam este Sistema Solar e estão assentadas no que chamamos planeta terra, agindo como amos deste mundo.

Estas raças modificaram o genoma do projeto humano original, retiraram-lhe os doze filamentos mais importantes que eram a projeção do núcleo dentro da célula biológica já constituída, anularam 80 padrões e reprogramaram os restantes utilizando métodos indutivos com cargas genéticas das suas próprias espécies. Substituíram a conectividade do núcleo que transmitia a memória celular e a carga genética da entidade cósmica por um novo programa que substituiria o programa evolutivo original e se asseguraram que os novos corpos físicos a serem criados seriam feitos em série implementando a clonagem através da engenharia genética.

Ao substituir os 80 padrões pelos seus próprios genes, conseguiram densificar as novas células reprogramadas e lhes anexaram um programa genético que apenas respondesse aos seus interesses, dando-lhes tempo para conseguir decifrar a chave principal chamada de núcleo da célula original do genoma humano luz.

A célula atual que constrói o corpo físico do humano 3D é uma das suas 200 reprogramações na qual encontraram o modo de reformatar a célula original implantando-lhe componentes e introduzindo-lhe arquivos a modo de dispositivos tecnológicos que levariam impressos um programa genético que substituísse o original. Este programa genético substituto teria na realidade fins degenerativos porque emanaria energia eletroquímica que irradiaria diretamente o núcleo, sujeito aos componentes celulares implantados que formariam a nova estrutura celular biológica do humano 3D.

Ampliaram as suas futuras clonagens e reprogramações que proporcionariam uma diversidade de corpos distintos aos quais eles chamariam civilização laboratório experimental. Criaram sequências do tempo onde deixariam os registros históricos que lhes explicariam a origem como raças e para complementá-lo ainda mais, preocuparam-se em relacionar-se com os humanos 3D criados para lhes transmitir dados falsos que trariam uma história confusa e precária com relação à origem da vida e do espaço exterior.

Transmitiram a nível celular nas reprogramações seguintes as sequências genéticas recopiladas nas distintas civilizações e as usaram como novos implantes registrados para desviar todo tipo de futuras ativações que pudessem ser emanadas do núcleo original, o que conservaram astutamente nas contínuas reprogramações celulares para criar uma diversidade de genótipos humanos 3D.

Continuam utilizando nas suas clonagens o núcleo original daqueles que foram os primeiros humanos. Essa é a única maneira através da qual podem criar novas células, caso contrário toda a sua tecnologia e conhecimento tecno-biogenético seria completamente inútil, e isso nos explica as abduções.

Considero este tema de suma importância.

Poderíamos nos preguntar: o que são os componentes celulares? Como fazem para funcionar por si mesmos? Como se programam? Porque a ciência até ao presente dia pode conhecer apenas o funcionamento externo da célula e não o seu funcionamento interno e a conectividade que existe entre eles? Os componentes celulares têm uma memória específica? Dirigem-se a si mesmos, ou são dirigidos? E nesse caso, por quem? Que importância têm estes componentes com relação ao núcleo da célula? Porque até ao dia de hoje a ciência não pôde resolver a incógnita que encerra este componente? Componente que parece aparentemente estar em silêncio e quieto, mas será assim? Ou será que trabalha sem que sejamos conscientes da sua existência?

Estas perguntas levam a outras: porque as raças alienígenas não puderam substituir o núcleo da célula original por um núcleo substituto, se puderam alterar os filamentos que construíam o tecido biológico da célula original? Por que até ao presente momento insistem em nos reter como raças clonadas? Então, somos necessários para elas?

Isto quer dizer que sem as nossas biologias, eles não têm esperança, o que leva a outra pergunta: é por isso que cuidam do núcleo original nas suas clonagens biogenéticas?

Preocuparam-se em que cada componente celular cumpra as suas funcionalidades fisiológicas e em serem eles mesmos quem introduz a energia do cosmos e principalmente a energia do sol para levar adiante a retroalimentação celular. Isso nos explicaria a razão da criação de um mundo holográfico, porque apenas desta forma podem calibrar e controlar a entrada de ambas as energias e controlar qualquer tipo de reprogramação que o núcleo original pudesse chegar a fazer.

Será que isso já está acontecendo a partir do próprio núcleo e por esse motivo querem combater os seus efeitos? Isso nos explicaria as constantes ativações que vêm sendo notavelmente registradas nestes tempos! Nos explicaria ao mesmo tempo o motivo de não existir uma teoria sólida da evolução. Que tipo de civilização transmitiu a atual teoria da evolução a nível anacrônico, para que nunca pudesse ser resolvida com exatidão e clareza científicas? Porque ela explica apenas a funcionalidade mecânica e estrutural do padrão genético que compõe o genoma humano 3D de forma a distrair-nos e desviar-nos da busca original? Então, quem é ou o que é o núcleo? E para que serve precisamente?

Supõe-se que seja o núcleo que traz os códigos de transmutação e de reforma em cada um dos componentes, no entanto estes trabalham fazendo o oposto da teoria da continuidade evolutiva.

Trabalham apenas de forma mecânica levando à célula as suas secreções eletroquímicas, porque armazenam a energia do espaço exterior ingressada nos painéis holográficos e, ao mesmo tempo, cumprem uma função fisiológica para manter a célula calibrada e densificada com a ajuda externa de alimentos tóxicos e contaminantes.

Isso quer dizer que a célula atual do humano 3D sofre a entrada de uma energia vibratória prejudicial à sua reprogramação celular e por isso não pode recuperar o seu antigo padrão genético de DNA.

A pergunta é: se os componentes da célula são como obreiros que põem em funcionamento a fábrica (existência da célula), porque não substituem as células ou fragmentos de tecidos que envolvem os órgãos por células e tecidos novos? Porque não mantêm e regeneram a membrana celular? Estes componentes são inteligentes ou fazem o que acreditam ser conveniente? Nesse caso, não é do seu interesse salvar qualquer problema que o corpo físico apresente nas etapas de desenvolvimento na vida de um ser humano? Ou seja, criaram-nos para sofrer e para nos verem envelhecer, e por mais que tentemos fazer tudo o que for necessário (para nos regenerarmos) o tempo é o que marca os nossos ciclos de vida neste mundo! Aqui já entram em jogo as nossas crenças e um sem número de perguntas para quem alega ser o nosso criador.

O funcionamento dos componentes a nível celular deixa muitas dúvidas e inquietudes, entre elas: o que fazem os componentes quando a célula padece da síndrome de oxidação nas suas membranas? Porque não regeneram a célula danificada mas a deixam morrer? Porque não a substituem? Como agem diante dos agentes que penetram pelas vias respiratórias ou pelo sistema circulatório no corpo físico? Em vez de os destruir, os encobrem. Qual é o sentido disso? Porque não detêm a deterioração celular que adoece e destrói o corpo físico? Porque não podemos reprogramar as nossas células conscientemente? Até este momento não conheci nenhuma pessoa que esteja disposta a não querer salvar a sua vida e melhorar as suas condições físicas, ou pelo menos deter o seu envelhecimento.

Tudo isso quer dizer que controlam biologicamente os nossos ciclos desde o programa de comando que está implantado na célula atual que compõe o humano 3D!

Um abraço
marielalero

Extraído de: http://www.trinityatierra.com/2011/03/05/una-teoria-sobre-los-chemtrails-y-el-estado-de-la-matrix/#comment-47785
About these ads

Leave a Reply

Please log in using one of these methods to post your comment:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out / Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out / Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out / Change )

Google+ photo

You are commenting using your Google+ account. Log Out / Change )

Connecting to %s